Tchau, 2014
Todo fim de ano é a mesma coisa: reluto com essa babaquice de vir aqui escrever um monte de abobrinha sentimental, mas é mais forte que eu. Mas esse ano, em especial, preciso. Não pelo ano, pq ano não tem vida própria, mas pelo que foi minha vida nesse tempo.. Por todas as desconstruções e reconstruções que rolaram. Começo por perceber que em algum momento eu odiei anos pares, porque coincidentemente diversas merdas aconteceram neles, e anos ímpares pareciam ser melhores, mas isso não é verdade porque sempre temos altos e baixos, períodos e fases, e o equilíbrio é uma ilusão (que busco sempre, e faço bem em buscar, creio), mas 2014 mudou muito isso. Conheci pessoas maravilhosas, que passaram e que ficaram, consagrei amizades importantíssimas, deixei algumas coisas irem e me agarrei a outras, saí, fiz o que tive vontade e minha vida deu uma reviravolta bizarra profissional, acadêmica, racional e emocionalmente. Acho que comecei a pensar com uma cabeça que parece finalmente ser minha e p...