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Mostrando postagens de abril, 2017

Medication

Meditation Mediation

tudo está conectado

todos os tempos, todas as gentes passado presente e futuro aqui e em qualquer continente tudo que já tá aí no mundo, mesmo que não contactemos: sabe-se a memória trabalha sem a gente trazendo lembranças das quais não lembramos as linhas que parecemos já ter lido sobre conceitos que não conhecemos as raízes latinas das expressões que quase não usamos e tudo o que o outro faz interfere em nós tudo o que fizemos em algum outro tempo é ainda o que fazemos agora no mesmo minuto em outro espaço no mesmo minuto em outro espaço-tempo no mesmo minuto em outro alguém todas as coisas estão dentro de nós, de alguma forma inexplicável (ou talvez as leis da física expliquem, ou Freud, ou não mesmo), tudo que existe está em tudo o que existe. todo o acesso está (talvez não seja possível decodificá-los, mas tudo está) pairando tudo sobre nós.

Quando vocês sangrarem

desânimo sobre o que fazer indecisão sobre as escolhas amores e ódios tantos todos os relacionamentos passados, possíveis e impossíveis Sangrarem a vontade de ir à praia e sangrar o mar inteiro de vermelho-desespero a pressão de ter, de fazer, de ser exatamente aquilo que não se é (e não se quer tornar) Quando sangrarmos todos a mesma quantidade de sangue que não estanca e não mata (porque já estamos mortas demais) e o sangue de vocês carregar um rio de distúrbios emocionais e quando aguentarem todo o pavor que é viver san-gran-do (aí sim falaremos em igualdade).

13 reasons why not (spoiler alert!)

1 - Pra começar, o mais grave, na minha opinião, foi a omissão da narrativa em relação à utilidade de acompanhamento especializado. O único caso em que houve procura de ajuda, bem, foi muito mal sucedido. NÃO É SEMPRE ASSIM! É importante pedir ajuda, é importante saber a quem procurar, é importante externar e saber que SUICÍDIO NÃO É A ÚNICA SOLUÇÃO! não foi nem de longe o que a série queria mostrar. 2 - O pai de Hannah era um farmacêutico. Ela decidiu, em vez de tomar mil fármacos juntos que seria menos doloroso (visto que ela não tinha princípios masoquistas), se suicidar numa banheira, cortando os pulsos com gilette. Não to pondo em questão a inteligência da personagem, obviamente, mas a espetacularização do suicídio. Esse apelo imagético, ao meu ver, foi extremamente desnecessário porque 3 - A maneira que Hannah se mata é um tutorial de como se matar. Entendendo que o foco não seja levar mais pessoas ao suicídio, poderiam ter poupado os telespectadores das imagens fortes. Como ...

perdi mais uma vez o sono e ao tentar remediar notei que

não é o princípio ativo "camomila" que me acalma mas o lembrar de dias frios e findos de chá e coração quentes.