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Mostrando postagens de março, 2015

un peu de tout

Vestidos: flores em tecidos. INsenso se incendeia de isqueiro. Noite, lua Gente nua flutua: Rua. Eu passo Tu passas Somos passageiros passarinhos ou uva passa? Literatura: (Li) essa mistura (i[n]te[i]ra) cura (atura) tortura com [ti(mi)dez] Bolo solado solo el dolor de comer asoladosapato. Abro livros abro pernas me des(abro)cho toda em dor, em flor, em cor só não me abro pra você. Let it flow Let Janes and Marys Grow. minha idade não cabe mais nos meus dedos, nas minhas mãos em mim. Because, dude My heart was nuclear Your heart is nude. A flora aflora: se há flora, floresço. Há Deus? Adeus a Deus.

amor

Umas dez vezes. Não, mais. Certamente mais. Ao longo desses anos, perdi a conta de quantas vezes me ocorreu tentar falar da gente. Entre rascunhos impossíveis de terminar, umas frases que não diziam nada, palavras soltas sem sentido, tentativa de reproduzir realidade na ficção, uns poemas de rimas banais; entre soluços e o sempre tentar aliviar a vida colocando no papel; entre uma lágrima derramada na folha em branco e uma letra tremida, que por vezes eram a única coisa que expunham o que era eu ali, de uma forma silenciosamente turbulenta... entre tudo isso, não houve linguagem (e também não haveria arte, se eu artista fosse) que traduzisse minha explosão. Fui do amor ao ódio, passando pela raiva e com saudade sempre, do ódio ao amor e do constante não-saber-o-que fazer diversas vezes. Todos os desabafos românticos de pessoas aleatórias faziam todo o sentido pra mim, mas comigo era sempre pior, porque a gente era muito mais. "Eu sei como você se sente", não, não sabe n...