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Mostrando postagens de junho, 2018

loving things away

I can hardly cope with goodbyes. I love things moments and people in a way that my heart breaks everytime I need to walk away from them. Still, it feels like saying goodbye means keeping love bearable. Sometimes, when we stay longer than we are supposed to, love suddenly becomes anger and changes quickly into hate. Loving is also leaving; and leaving opens the path for the beloved ones to keep on living and renewing their cycles. I use to turn love into a specific "saudade" feeling, something that links missing to a bittersweet heart-stomach-mind explosion. We need to love things away in order to experience new tastes in life and remember the past caringly.  That's why I miss so much and though I'm glad there are no blank spaces inside of me: true love is knowing when the time has come to let things go, when our inside gardens had overflowed; and that now it's time to dig new holes and plant new seeds so we can watch and help other stuff grow towards...

mais um de amor

(panorama) eu cansei de escrever só quando no fundo do poço. não vejo mais porque gastar energia criativa em poemas mal formulados externalizantes de ruínas lindissimas que me abrigam confortavelmente sob os escombros. um professor certa vez disse que todos os escritos do mundo são de amor ódio guerra e paz e ainda não consegui  decidir se concordo ou se são todos, ao fim e ao cabo, sobre o Amor e suas transformações, seja em ódio, guerra ou paz. o amor conduz tudo, conduz a tudo. mas eu cansei de falar de amor porque amor é sempre too much. (trama) ainda, é preciso dizer, pois não dizer parece com não sentir e eu sinto sinto, sinto muito, por nós e pelos laços (tão soltos) criados então falo desse mundo particular do cordão de isolamento projetado por olhares e meios sorrisos em meio às gritarias dos negócios ou dos balanços de ônibus rodeadas de pessoas ligações e-mails papeis cobranças e de nesses cantos mais loucos e movimentados da vida sermos tão só nós...