outras formas de usar os poemas
às vezes precisamos ser lembradas do óbvio. daquilo que o coração sente, mas a cabeça não se deixa convencer lembrar do descanso que o corpo pede do poema que a mão quer escrever mas a roda do mundo no looping eterno da rotina não te deixa parar e perceber entender aceitar. às vezes uma moça lida por outras moças com outros objetivos principais tem que te dar a famosa porrada no estômago (na verdade as porradas eram pra ser outras, no peito, no passado, na cara mesmo) pra gente parar e ver que a vida é simples mas é mais muito muito mais do que a roda do mundo quer que você seja e mais do que você tenta ser frustrada desesperada perdida por não ser o que querem pra depois (acho que só bem depois) pensar que você já vai se tornar o que os grandes querem, de qualquer maneira. e que o desafio mesmo é ser quem você quer ser estar de bem com quem você é nas relações humanas (e não nas desumanas) pra você e pros outros e que isso não é ser uma máquina e que o s...