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Mostrando postagens de outubro, 2016

fica

nessa hora tal já to eu apelando adeus pra você que insiste em permanecer na minha cabeça permaneça

morro

se sua raiva é mais de morro de habitar que de morro de violência gratuita qual seu pat(amar)? de que carne você se alimenta? (que a verticalidade da sua fala não leve o horizonte vertical da minha favela [in]felizmente - o morro é sempre da gente)
se todas as coisas que não existem mais e que morrem e viram pó fossem como estrelas a vida não seria linda? e brilhante? e existente?