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Mostrando postagens de fevereiro, 2023

Ego (sunt)

Esse fluxo de pensamentos medíocres se inicia correndo o risco de que sua autora seja lida enquanto alguém de ego mui inflado, um ser humano que não se percebe tão pequeno, uma burra, doida, que faz revirar os olhos, de nojo, impaciência, pena, por achar-se tão merecedora de mais e não saber-se encolhida pra caber na redução que lhe cabe. Vou abraçar essa condição e começar minha verborragia de clichês com essas vazias pautas:  Fazer o bem sem olhar a quem  Gentileza gera gentileza A vingança nunca é plena Dar a outra face  Com agressividade não se resolve nada  "Sem violência!" Saber amar e saber deixar alguém te amar  Missão, vocação, dom  Liberdade, fraternidade, igualdade, bondade, caridade, maternidade, feminilidade E vou direto e brevemente fazer alusão ao ponto que fez nascer a necessidade de dilatar esse ódio reprimido pelas pontas dos dedos: ser uma mulher carinhosa, foda, fofa, parceira, bacana, independente, amorosa, sexy, cuidadosa, sorridente, ...